
Insônia na noite furtiva
Medo que paralisa e sufoca
A boca à procura de um beijo,
Um olhar... o espelho
É uma lâmina que corta
Martírio do corpo e da mente
Lembrança vívida e triste.
Particípio passado do amor
Que insiste no tempo presente
Agonia de um peito vazio,
Um nadar de encontro à corrente
Incertezas da vida, confusões da alma
Que insistem em separar a gente.
Felipe Fonseca
Belém, 22 de abril de 2010.
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